sábado, 7 de março de 2026
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Lula anuncia agenda de viagens pelo Brasil e defende democracia

Durante entrega de casas em Maceió, presidente reafirma compromisso com a realização e critica desinformação.

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Lula anuncia agenda de viagens pelo Brasil e defende democracia
Foto: Divulgação

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Em um evento realizado em Maceió (AL), onde foram entregues 1.337 casas do Programa Minha Casa, Minha Vida, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) destacou sua intenção de percorrer o Brasil ao longo do ano. Ele enfatizou que seu objetivo não é promover confrontos físicos com a oposição, mas sim um 'confronto de realização'.

“Vamos para a rua. Não queremos fazer confrontação física, o que queremos é confrontação de realização”, declarou Lula nesta sexta-feira, 23, ao público presente no evento.

O presidente anunciou que pretende visitar diversas localidades do país, assegurando que a democracia deve prevalecer e que a escolha nas próximas eleições deve ser feita pelo povo brasileiro. “Se preparem, porque esse ano eu vou andar neste País. Vou percorrer cada rincão deste País, junto com essa turma aqui”, afirmou.

Lula também defendeu a integridade do sistema eleitoral e das urnas eletrônicas, afirmando que, se houvesse possibilidade de fraudes, ele não teria sido eleito três vezes. “Quando alguém fala que a urna eletrônica permite roubar, eu digo sempre que se a urna eletrônica permitisse roubar, o Lulinha não seria três vezes presidente da República deste País”, comentou.

O presidente fez um apelo aos seus apoiadores para que evitem a propagação de informações falsas e peçam ajuda para controlar a desinformação nas redes sociais.

O evento contou com a presença de importantes figuras políticas, como o governador de Alagoas, Paulo Dantas (MDB), e o prefeito de Maceió, JHC, além de vários ministros do governo federal.

Durante seu discurso, Lula criticou a impunidade e a desigualdade, mencionando especificamente um caso de fraude relacionado ao banco Master, que teria causado um prejuízo superior a R$ 40 bilhões. Ele ressaltou que é inaceitável que os cidadãos comuns sejam penalizados enquanto grandes instituições financeiras enfrentam consequências de atos irresponsáveis.