Lula Apresenta Resultados Positivos do Governo em Mensagem ao Congresso
Presidente destaca avanços econômicos e sociais no início dos trabalhos legislativos de 2026.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou os avanços do seu governo em uma mensagem ao Congresso Nacional, entregue nesta segunda-feira (2), durante a sessão solene que marca a retomada das atividades legislativas após o recesso. Lula afirmou que, em 2025, o Brasil superou expectativas negativas e encerrou o ano com números recordes.
"As previsões eram desanimadoras: economia estagnada, inflação fora de controle, dólar em alta, bolsa em queda e fuga de investimentos. Contudo, o Brasil se fortaleceu", destacou o presidente, que mencionou dados positivos da economia, como o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) pelo terceiro ano consecutivo e a maior queda do dólar em quase uma década.
O documento, que contém mais de 900 páginas, foi entregue pelo ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, e contou com a presença de diversos ministros e autoridades. A apresentação foi lida pelo deputado federal Carlos Veras (PT-PE).
Lula também comentou sobre os investimentos estrangeiros, que alcançaram US$ 77,7 bilhões, o maior volume nos últimos sete anos, posicionando o Brasil como o segundo destino mais atrativo para capital externo. Com uma taxa de desemprego de 5,2%, a menor da história, e um aumento na renda média dos trabalhadores, que subiu para R$ 3.574, o presidente destacou que a inflação ficou em 4,26%, a menor em sete anos.
O crescimento econômico e a redução da inflação contribuíram para que dois milhões de famílias deixassem o programa Bolsa Família. Lula refletiu sobre a situação de insegurança alimentar no Brasil e afirmou que, em 2025, o país foi retirado pela segunda vez do Mapa da Fome. Ele também mencionou a diminuição da pobreza e da desigualdade, com 17,4 milhões de brasileiros saindo da pobreza nos últimos dois anos.
"A classe C, que atende às necessidades básicas e possui algum poder de consumo, já representa 61% da população. O Brasil está a caminho de se tornar uma nação de classe média", concluiu.
Esta notícia foi escrita com informações da Agência Brasil.